Wanderlei Barbosa retoma governo do Tocantins, exonera todo o primeiro escalão e redefine secretariado
O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) reassumiu oficialmente o comando do Governo do Tocantins e promoveu uma ampla reformulação administrativa. Em seu primeiro ato após o retorno ao cargo, ele exonerou todos os secretários e ocupantes de cargos de primeiro escalão nomeados durante o período em que esteve afastado e, em seguida, publicou uma nova lista de nomeações para as principais pastas do Executivo estadual.
A medida foi oficializada por meio de atos publicados no Diário Oficial do Estado, marcando o início de uma nova fase administrativa após o período de instabilidade política vivido pelo governo tocantinense.
Wanderlei Barbosa havia sido afastado do cargo por decisão judicial no âmbito da Operação Fames-19, que investiga supostas irregularidades na compra de cestas básicas durante a pandemia da Covid-19. Durante sua ausência, o governo foi conduzido pelo vice-governador Laurez Moreira (PSD), que promoveu mudanças na estrutura administrativa.
Com a decisão judicial que permitiu sua volta, Barbosa optou por reverter integralmente a equipe montada pelo governo interino, restabelecendo aliados políticos e nomes de sua confiança em postos estratégicos.
Exoneração em massa
Foram exonerados:
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Todos os secretários de Estado
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Secretários executivos
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Presidentes de autarquias e fundações
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Chefes de gabinete
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Comandantes de órgãos vinculados à segurança pública
A exoneração coletiva atingiu praticamente toda a estrutura de comando do governo estadual.
Novas nomeações
No mesmo dia, o governador anunciou os novos titulares das principais pastas. Entre os nomes confirmados estão:
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Deocleciano Gomes Filho — Casa Civil
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Jax James Garcia Pontes — Procuradoria-Geral do Estado
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Bruno Sousa Azevedo — Secretaria da Segurança Pública
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Donizeth Aparecido Silva — Secretaria da Fazenda
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Márcio Anderson Raimundo da Rocha — Secretaria da Comunicação
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Paulo César Benfica Filho — Secretaria da Administração
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Fábio Pereira Vaz — Secretaria da Educação
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Katiusçya Alves Barbosa Chaves — Chefe de Gabinete do Governador
Na área da segurança, também houve mudanças no comando da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, reforçando a intenção do governador de retomar o controle direto sobre setores considerados estratégicos.
Discurso político
Ao reassumir o cargo, Wanderlei Barbosa afirmou que o momento é de reorganização administrativa, estabilidade institucional e retomada de projetos interrompidos, destacando que o governo seguirá focado em ações nas áreas de saúde, infraestrutura e desenvolvimento social.
A reformulação do secretariado também é vista como um movimento político, com o objetivo de recompor alianças e fortalecer a base governista para os próximos desafios administrativos e eleitorais.
Versão em áudio – texto para locução
O governador Wanderlei Barbosa reassumiu o comando do Governo do Tocantins e, em seu primeiro ato oficial, exonerou todos os secretários e ocupantes de cargos de primeiro escalão. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado e marca uma ampla reformulação administrativa após o período em que o gestor esteve afastado por decisão judicial.
Durante a ausência de Wanderlei Barbosa, o governo foi comandado pelo vice-governador Laurez Moreira, que promoveu mudanças na equipe de governo. Com o retorno ao cargo, o governador optou por desfazer todas as nomeações feitas no período interino e reconduzir aliados políticos e nomes de sua confiança.
Além das exonerações, o governador anunciou os novos titulares das principais secretarias, incluindo Casa Civil, Fazenda, Segurança Pública, Educação, Administração e Comunicação. Também houve mudanças no comando das forças de segurança, como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Segundo Wanderlei Barbosa, o objetivo é reorganizar a administração estadual, garantir estabilidade institucional e retomar projetos considerados prioritários para o desenvolvimento do Tocantins.
A reformulação do secretariado é vista como um movimento estratégico para fortalecer a base governista e marcar o início de uma nova fase política e administrativa no Estado.


